DICAS DE PESCA COM CAIAQUES “SEGURANÇA”

01-  Uso de colete salva vidas é necessário e indispensável ele vai salvar sua vida.
02-  Procure não sair sozinho, quando sair deixe avisado o local de intenção da pesca.
03-  Leve no seu caiaque somente o necessário.
04-  Sempre leve água e comida ex: Frutas e bolacha salgada.

05-  Tenha sempre celular protegido da água, mas em acesso fácil.
06-  Em dias de sol use protetor solar, chapéu e camisa de manga comprida.
07-  Ao sair ou entrar na praia com o caiaque suba e desça antes da arrebentação.
08-  Uso de salva vara e remo com mosquetão, sempre presos no caiaque e nunca no corpo.
09-  Use sempre um óculos antes de iniciar os arremessos para evitar acidentes.
10-  Anzóis rabichos e iscas artificiais só devem se montadas na vara no local da pesca e nunca na saída, evita acidentes.
11-  Ao sair calcule a distancia, pois será a mesma na volta.
12-  Nunca apóite seu caiaque próximo da costeira.
13-  Antes de iniciar o arremesso próximo do costão veja em que direção a maré e o vento esta te levando e se posicione melhor.
14-  Antes dos arremessos posicione o caiaque de forma que não fique de costas para o mar.
15-  Fique distante pelo menos 15 metros do ponto escolhido para o arremesso isto vale para o costão também.
16-  Caso a isca artificial enrosque no costão não tente pega-la não vale a pena o risco.
17-  Não descanse a vara com isca artificial ou natural mergulhada na água, você poderá perder o equipamento.
18-  Procure não pescar próximo de passagem de lancha e Jet ski muitos não respeitam.
19-  Tenha sempre um alicate de corte caso aja acidente com o anzol.
20-  Use um apito preso ao colete para pedir ajuda levante o remo e acene.
21-  O comprimento do cabo para apóitar é sempre 3 X a profundidade.
22-  Quando ventar e não conseguir chegar a um lugar seguro ou abrigado, apoite o caiaque ate que diminua, para não se distanciar mais ainda.

A MANUTENÇÃO DE MOLINETES EM 7 PASSOS

O grande erro que existe e a maioria dos pescadores comete quando diz que vai fazer a limpeza de seu molinete, logo que acaba de pescar é quando lava o equipamento, toma banho e leva ele junto ou coloca embaixo de uma torneira. O erro é que antigamente os molinetes não tinham rolamentos, usavam buchas de bronze, de teflon ou o eixo da coroa girava em bucha feita na própria carcaça do molinete, resumindo, podia molhar a vontade que não tinha nada para estragar, dava para terminar de pescar, colocar dentro de um balde com água e pegar só no dia da próxima pescaria que estava tudo bem. Hoje é diferente, eles usam vários rolamentos, com no mínimo 1, e encontramos molinetes até com 18 rolamentos ou mais, mecanismo que não são nada mais que dois anéis de metal com esferas internas de ferro entre eles que facilitam o manuseio do equipamento e dão mais suavidade, pois provocam menos atrito. O contato das esferas internas com a água provoca ferrugem (oxidação) que dependendo do tipo e qualidade do rolamento, uma simples entrada de água é capaz de danifi car, provocar barulho, engripar e até travar por completo, pois além da água existe o cloro que é um grande agente oxidante e se o molinete caiu na água temos ainda para ajudar, a areia, a terra, e se for no mar, o sal que é um dos maiores inimigos dos rolamentos e de qualquer tipo de material ferroso. Tudo isto acaba fazendo com que o mesmo tenha que ser trocado e como na maioria eles são importados, os custos acabam inviabilizando por completo este serviço, já que quando muitos, a troca fica mais cara que o próprio molinete. Bem, então o que fazer? É simples, vamos por partes:
Primeiro passo
Ao chegar em casa a primeira coisa a fazer é tirar o carretel e colocar (O CARRETEL) em água corrente para limpar a linha e tirar qualquer tipo de resíduo que possa danifi car o mesmo, ainda mais se for de alumínio e a falta de limpeza pode provocar uma corrosão terrível no equipamento que chega até a furar por falta de cuidado. Também tem o problema da linha, que tem que estar sempre limpa para não perder suas características e assim durar muito mais. Troque a linha sempre que a mesma perder o brilho e ficar opaca, pois estará velha e ressecada, irá romper sobre qualquer pressão.
Quase todos os molinetes vêm com dois carretéis, um de alumínio e outro de grafite e o pescador normalmente usa o de alumínio porque é mais bonito, mas o correto é usar o de alumínio para pesca em água doce e o de grafite para pesca em água salgada, já que o sal é um dos maiores problemas de corrosão nos carretéis de alumínio.
Cuidado: Alguns carretéis possuem rolamentos, logo, não podem ser lavados sem a retirada dos mesmos ou a devida proteção. Aconselhável a retirada da linha, limpar o carretel e depois recolocar a linha deixando que ela passe por um pano para ser totalmente limpa antes de voltar ao carretel.
Já os carretéis de molinetes mais baratos possuem os discos de freio de ferro, logo, enferrujam. Após lavar o carretel, retirar os discos, secá-los bem e depois recolocar no devido local e na mesma ordem (sequência).
Ao se retirar o carretel para limpeza, cuidado porque as vezes umas peças que ficam encaixadas no eixo do molinete saem junto e acabam indo para o ralo ou simplesmente somem.
Segundo passo
Com um pano levemente úmido a ponto de se torcido não provoque pingos, limpe todo o lado externo do molinete, todas as frestas, reentrâncias e saliências; com a ajuda de uma faquinha ou de uma chave de fenda, não deixe nenhum lugar sujo ou fedendo a isca. Bem, aparentemente ele está ficando limpo. Parece novo. Mas, vamos adiante;
Terceiro passo
Girando o botão que fica do lado oposto ao da manivela, gire-o até que a mesma se solte do corpo do molinete. O que encontramos e vemos? Dos dois lados a parte superior da coroa e a lateral da carcaça do molinete. Olhe entre os dois, ou encontrará um rolamento ou algum tipo de bucha de outro material. Pegue um óleo fino de máquina e pingue uma única gota de cada lado sobre o rolamento ou bucha. Lembre-se, este procedimento só deve ser feito a cada dez (10) pescarias, porque óleo demais também prejudica e este excesso pode entrar no corpo do molinete e dissolver a graxa, deixando seu equipamento sem a lubrificação ideal para um perfeito funcionamento. Coloque a manivela e gire por várias vezes até perceber que está lubrificado, mas é uma gota só, como já disse, óleo demais também prejudica;
Quarto passo
Retire novamente a manivela, limpe-a usando uma escova de dente velha com uma gota de óleo e não deixe nenhum tipo de resíduo que depois de seco possa engripar e atrapalhar seu uso. Coloque também uma gota de óleo no eixo da manopla da manivela, se não o conhece, é o local que você segura quando vira a manivela para recolher a linha. Agora pode colocar tudo no lugar novamente;
Quinto passo
Lider 6000
Agora vem a parte mais chata, é o rolete, aquela pecinha que gira e fica no pé da alça, onde a linha passa quando sai do carretel e vai para os passadores da vara. Sabe, quando recolhemos a linha trazemos junto a água que vai imediatamente para dentro do rolete, onde em alguns tipos é de bucha e em outros têm rolamentos, estes que por sinal são caríssimos pois seus tamanhos são reduzidos e são difíceis de encontrar. Tenha paciência, pingue uma gota de óleo de cada lado do rolete verifi cando se a mesma entrou por detrás dele e com o auxílio de um pano limpo, enrole-o bem fino, passe pelo rolete e faça com que ele gire até que perceba que está totalmente livre e desimpedido de funcionar. Quando estiver em ordem, lubrifique novamente para deixar uma camada de óleo como proteção, pois é um local de difícil acesso e o molinete ficará guardado por um longo período até ser novamente usado, e se esta etapa não for bem feita, com certeza ele não vai estar funcionando, pois estará travado, ocasionando um sulco em sua lateral provocado pelo atrito entre a linha e o metal, até que ela se prenda neste pequeno corte e comece a arrebentar sem maiores explicações;
Sexto passo
Tá quase no fim. Girando a manivela observe o eixo onde se coloca o carretel subir e descer. Quando estiver com a maior parte de seu corpo para fora, pare e pingue uma gota de óleo nele, gire novamente a manivela por várias vezes até que fique lubrificado;
Sétimo passo
Pingue uma gota de óleo em todas as partes móveis, alça, botão da trava, parafusos, etc. Movimente todas essas peças e por fim limpe todo o molinete com um pano bem seco que não solte fiapos, espere o carretel secar, recoloque-o novamente no lugar e sempre deixando a fricção bem solta, guarde-o em um saco de pano para que fique longe de poeira, mas ao mesmo tempo respire e não fique em local abafado.
Avisos especiais:
Nunca abra seu molinete, mas se achar que pode, coloque-o em um lugar plano, ponha um pano escuro sobre o local, siga uma seqüência de desmontagem que deverá ser seguida ao inverso para a montagem, e se ainda possuir a caixa original, use a “vista explodida”, aquele desenho que mostra o molinete todo desmontado, como se tivesse explodido, para tirar qualquer tipo de dúvida na montagem. Mas atenção, se não estiver conseguindo, junte tudo com muito cuidado e leve para um profissional que sabe o que faz e conhece a fundo qualquer tipo de equipamento.Nunca use Graxa Grafitada (cinza), ela desgasta todas as peças internas provocando folgas e conseqüentemente quebras;Nunca use vaselina em Pasta ou líquida, ela não é feita para operar nas temperaturas de operação de um molinete, ficam líquidas, gosmentas e passam de lubrificantes para abrasivos;Nunca use Graxa do Tipo Molicote ou outras endurecem com o tempo deixando o equipamento totalmente isento de lubrificação;Só use Graxa Azul, Branca, verde ou vermelha, próprias para rolamentos, altas temperaturas, que não se soltam com o arrasto de água e aceitam muito bem o nosso clima;Só coloque graxa nos dentes das engrenagens, não coloque em excesso, ela só ocupará espaço e pode até diminuir a vida útil do equipamento. vou explicar: Tudo que gira e tem atrito produz calor, certo? Os molinetes normalmente ficam expostos ao sol escaldante por várias horas, certo? Bem, já foi provado por experiências nos laboratórios dos grandes fabricantes que um molinete em operação normal num dia quente de verão pode atingir uma temperatura interna de aproximadamente 60 a 70 graus centígrados. Bem, se o molinete estiver cheio de graxa não haverá espaço para a troca de temperatura entre o ar e os mecanismos internos do equipamento, vital para a diminuição da temperatura, por não existir espaço vazio entre eles. Existindo o ar, haverá esta troca e os materiais não irão se alterar com as temperaturas atingidas, pois elas estarão controladas e baixas.resumindo, graxa demais é prejudicial a qualquer tipo de equipamento.Não use nenhum tipo de óleo desengripante spray, são todos ácidos e atacam vários materiais internos dos molinetes, além de deixarem um odor horrível que se passar para a linha, adeus pescaria, não pegarão nenhum peixe.

COMO LIMPAR A LINHA E PROLONGAR O SEU USO.

A limpeza da linha pode ser feita sempre que você tiver um tempo livre. Prá isso existem várias formas.
► 1 – Usando uma lata de cerveja, passe a linha e com um pano úmido siga limpando metro a metro sua linha, até que toda ela esteja livre do sal e outras impurezas. No final você verá em que estado vai estar o pano.
► 2 – Você também pode utilizar um outro molinete vazio, ou até mesmo colocá-la em um balde com água e depois recolhê-la fazendo a limpeza com o pano úmido.
► 3 – Por fim, lave e enxugue o carretel(bobina), a fim de retirar todo o sal e a marisia que a linha acumulou, livrando-o da corrosão e prolongando o uso do mesmo. É recomendável fazer este tipo de limpeza sempre após cada pescaria.
Obs: Usando esses métodos de limpeza, você prolongará a vida útil de seu material de pesca. O mesmo se aplica todos os outros materiais utilizados na pesca, tanto de praia quanto de rio.
IMPORTANTE: A limpeza e manutenção dos materiais de pesca é a melhor forma de prolongar o tempo de uso e evitar frustrações e perdas durante uma pescaria, seja ela qual for.

MELHOR MARÉ PARA PRATICAR A PESCA DE PRAIA

Sem sombra de dúvidas, a melhor maré para se obter uma boa e produtivapesca de praia é durante as 2 primeiras horas da maré enchente. Esse é o momento propício, quando os pequenos crustáceos como os “corruptos dentre outros…” saem de seus buracos na areia à procura de alimento, que os predadores aparecer, próximos a beira mar em busca desses crustáceos. Quando não os encontram, mas se deparam com o cheiro do camarão iscado no anzol, eles abocanham e são fisgados.
► É durante a enchente da maré, que as correntezas trazem e movimentam diversos tipos de alimentos, despertando a procura dos peixes de todos os tipos e tamanhos no mar. As vantagens de praticar a pesca de praiadurante a maré enchendo, traz vários benefícios, além de uma maior diversidade de peixes.
► Com a maré enchendo, é possível fazer bons arremessos sem ter que molhar os pés. É melhor prá trabalhar o peixe, porque a correnteza, o peso da chumbada e a liberação da linha freada corretamente, possibilitam o rápido cansaço e entrega do peixe. O segredo é ter calma, e saber administrar a briga com o peixe.
PS: Algo muito comum em algumas praiasdurante a primavera e verão, é o excesso de sargaço. Se for do verde e pesado, não insista. Junte suas tralhas e volte prá casa. Se insistir, vai perder linha, chicote com chumbo(chumbada), anzóis e sujar as unhas.
► Outro ponto a nosso favor, é que durante a maré enchente, ocorre a passagem e circulação de uma grande diversidade de espécies de peixes. O que torna as chances de fisgar bons exemplares muito maiores comparando com uma maré baixa. Por esse e outros vários motivos, a melhor maré parapescar em praias é nas primeiras horas da maré enchente(subindo, alta).
► Portanto, se prepare para aproveitar estas marés, pois sabemos que durante 24 horas e 48, temos 2 marés enchendo e 2 marés vasando, onde ao final de cada uma delas temos a maré baixa, que seu rendimento é totalmente inferior, se comparado as outras. Seja precavido, antecipe-se sempre quando for fazer uma pesca de praia, se orientando pela tábua das marés e fases da lua, que com certeza os rendimentos de suas pescaria empraias, serão superiores aos demais.
► Só não esqueça de investir nos materiais adequados, pois a pesca de praias é um conjunto que deve andar lado a lado. Pois não adianta está na maré e lua certa, usando o material e a isca errada. Pense nisso e
Boa Sorte e Pesca!.

MELHOR FASE DA LUA PRÁ PRATICAR A PESCA DE PRAIA

► Na verdade, existe o dia “D” que os pescadores experientes dizem ser o melhor e mais produtivo prá praticar a pesca de praia. Esse dia é sempre um dia antes da “lua cheia”. Comprovadamente, esse, é o dia em que os muitos efeitos que a lua causa sobre o mar e seus habitantes, favorecendo em termos de produtividade os pescadores.
► Quanto as fases da lua em que é melhor para praticar a pesca de praias, principalmente noturna, é durante as lua cheia e minguante. Durante elas, a claridade é mais intensa fazendo com que o nível de atividade e apetite dos peixes tornem-se maiores. Principalmente na lua cheia que com sua luz sobre as águas, faz com que os peixes saiam da profundidade para circularem sobre a superfície dos mares e litorais.
► Por isso, é recomendado que você se programe com antecedência através de um acompanhamento das tábuas das marés e esteja pronto, e com os materiais montados corretamente, juntamente com as iscas certas. De preferência, iscas obtidas no próprio local onde vai ser feita a pesca de praia. Caso não consiga, recomendamos o bom, fresco e eficiente camarão, que não deixa de ser uma isca universal e produtiva, por ser a mais utilizada no mundo para a prática da pesca de praia e tantas outras modalidades de pesca esportiva.

INFLUÊNCIA DA LUA E SUAS VARIAÇÕES

► 1 – Maré é o movimento periódico das águas do mar, pelo qual elas se elevam ou se abaixam em relação a uma referência fixa no solo (Dicionário Aurélio). é um fenômeno causado por atrações simultâneas entre o sol e a lua sobre as águas de toda a terra, e por a lua ser o astro mais próximo, isso faz dela a maior influência entre essas mudanças contínuas.
► 2 – A atração gravitacional da lua, faz com que as águas dos oceanos avancem sobre todas as partes da terra que encontra-se mais próxima a ela, e sobre toda área diametralmente oposta a ela.
► 3 – O movimento translacional da lua, conhecido também como dia lunar, possui uma duração de 24 horas e 50 minutos, onde dividindo esse tempo em quatro períodos, teremos 4 turnos de aproximadamente 6 horas e 12 minutos, que é o resultado da duração de cada uma das marés e de suas variações que são chamadas de preamar e baixa mar.
► 4 – Nas fases de luas grandes como “cheia e novas”, onde a terra, sol e lua estão em oposição ou conjunção, acontecem grandes variações devido a força desses astros, onde o movimento das marés atingem seu ponto máximo, bem como na preamar ou baixa-mares, fazendo com que assim aconteçam as marés de sizígia ou seja, de águas-vivas “marés de imensa amplitude”, onde a velocidade das águas criar grandes correntezas e ocasionando a sujeira dessas águas.
► 5 – Em períodos de quarto crescente, ocorre o inverno das sizígias, que chamamos de marés mortas ou quadratura, onde as águas tornam-se mais calmas e de pouca correnteza.
► 6 – Existem também as marés meteriológicas, que é a grande diferença entre a maré observada e aquela prevista pela tábua das marés. As causas desse fenômeno pouco conhecido são, principalmente, as variações da pressão atmosférica e a ação do vento sobre a água, ocasionando assim, níveis altos ou baixos entre as previsões das tábuas das marés.
► DICA: Você pode encontrar previsão de todas as marés, nas tábuas das marés contidas neste site.
► IMPORTANTE: A escolha da melhor maré é muito importante para uma pescaria, isso porque cada espécie de peixe poderá ser mais ativo ou menos dependendo de cada maré, estofo ou reponto.
DESCRIÇÃO DAS MARÉSPREAMAR: É o nível máximo que uma maré cheia atinge.
BAIXA MAR: É o nível mínimo que uma maré vazante pode atingir.
ESTOFO: Chamado de reponto de maré que acontece entre as marés no período em que não ocorrem alterações na altura do nível do mar.
AMPLITUDE DE MARÉS: É a variação dos níveis das águas entre as marés preamar(cheia) e baixa-mar(seca) antes ou depois.
QUADRATURA: É quando sol e lua formam um ângulo de 90 graus em relação a terra.
MARÉ DE QUADRATURA: É uma maré de amplitude mínima, ou seja, uma maré seguinte de quarto crescente ou minguante.

CONHEÇA O ENORME POTENCIAL DO “KAYAK FISHING” NO BRASIL.

Kayak Fishing,  modalidade que vai muito além de uma pescaria de baixo custo.

Mesmo com o rápido crescimento e do grande interesse que vem despertando o kayak fishing no Brasil, ainda é comum que ele se associe apenas a uma pescaria de baixo custo e divertida, como uma forma de passar o tempo de maneira agradável, mas sem grandes expectativas quanto a capturas expressivas. A proposta dessa matéria é justamente mostrar que esse pensamento não reflete o enorme potencial da modalidade, que pode sim render muito mais do que apenas momentos divertidos e fisgadas de exemplares de pequeno e médio porte. Para quem quer capturar aquele tão sonhado “troféu” a bordo de um caiaque, a primeira e mais importante dica é buscar os pontos de pesca mais promissores. Por vezes, isso significa ir aonde os outros não vão, explorar lugares distantes ou escondidos que sofram uma pressão de pesca menor e que, consequentemente, tenham maior potencial de abrigar um bom número de peixes maiores.

Para encarar essa jornada, é vital que o caiaqueiro tenha não apenas espírito aventureiro, mas também um condicionamento físico razoável e bom senso para reconhecer suas limitações e as limitações desse tipo de embarcação. Uma possibilidade de compensar o alcance menor e a autonomia limitada que se tem quando se pesca de caiaque é fazer um bom planejamento antes de cada pescaria. As ferramentas que fornecem gratuitamente imagens de satélite, facilmente encontradas na internet hoje em dia, são um excelente auxílio para planejar uma empreitada de pesca. Com elas é possível fazer um estudo prévio do lugar onde se pretende pescar, incluindo avaliar o percurso a ser feito, a existência de obstáculos no curso d’água escolhido, os acessos possíveis por terra até o local de partida, entre outros fatores importantes para o sucesso e para a segurança da pescaria. A íntegra desta reportagem você confere na Edição 250 da Pesca & Companhia!